Paraíba registra rendimento médio recorde de R$ 2.806 e desemprego fica em 7%, aponta IBGE

Os números fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), que acompanha o mercado de trabalho entre pessoas com 14 anos ou mais

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A Paraíba alcançou um rendimento médio mensal recorde de R$ 2.806 no primeiro trimestre de 2026, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No mesmo período, a taxa de desocupação no estado foi de 7%.

Os números fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), que acompanha o mercado de trabalho entre pessoas com 14 anos ou mais, incluindo trabalhadores com e sem carteira assinada, temporários e autônomos.

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O resultado coloca a Paraíba entre as 16 unidades da federação que registraram o maior rendimento médio da série histórica, iniciada em 2012. A média nacional também bateu recorde, chegando a R$ 3.722.

No Nordeste, o rendimento médio do trabalhador também atingiu o maior patamar já registrado, com média de R$ 2.616. A região ficou ao lado do Sul e do Centro-Oeste entre as que bateram recorde no período.

Estados com rendimento recorde

O Distrito Federal lidera o ranking nacional, com rendimento médio de R$ 6.720, enquanto o Maranhão registrou o menor valor do país, com R$ 2.240.

Além da Paraíba, estados como Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul, Goiás e Minas Gerais também alcançaram recordes.

Desemprego no Brasil

A taxa de desemprego no país ficou em 6,1% no primeiro trimestre de 2026, a menor já registrada para o período desde o início da série histórica do IBGE.

Na Paraíba, o índice de 7% ficou acima da média nacional, mas abaixo de estados como Bahia, Pernambuco e Alagoas, que registraram taxa de 9,2%.

Santa Catarina apresentou o menor índice do país, com apenas 2,7% de desocupação.

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