A 42ª edição do Salão do Artesanato Paraibano tem início nesta quinta-feira (11), em Campina Grande, reunindo mais de 500 artesãos e artesãs de diversas regiões da Paraíba. O evento segue até o dia 4 de julho e faz parte da programação oficial d’O Maior São João do Mundo.
Realizado na Avenida Brasília, na entrada da cidade, o salão é considerado uma das principais vitrines da produção artesanal paraibana e deve atrair milhares de visitantes ao longo de sua programação.
Bonequeiras são homenageadas na edição de 2026
Neste ano, o evento traz como tema “Bonequeiras – Arte de Viver, Vida de Brincar”, valorizando o trabalho das artesãs que mantêm viva a tradição da produção de bonecas artesanais no estado.
Ao todo, dez bonequeiras de diferentes municípios paraibanos foram escolhidas para representar a temática desta edição, destacando a riqueza cultural e a diversidade do artesanato produzido na Paraíba.
Os preparativos para a abertura foram concluídos com a entrega dos estandes aos expositores na última segunda-feira (8), permitindo os ajustes finais para o início das atividades.
Entrada será mediante doação de alimento
Para visitar o Salão do Artesanato Paraibano, o público deverá doar 1 quilo de alimento não perecível na entrada do evento.
O funcionamento ocorrerá diariamente das 15h às 22h, oferecendo aos visitantes a oportunidade de conhecer e adquirir peças produzidas por artesãos de diferentes regiões do estado.
Programação inclui cultura, gastronomia e forró
Além da exposição e comercialização do artesanato paraibano, o salão contará com uma programação cultural diversificada.
Entre as atrações previstas estão apresentações de quadrilhas juninas, trios de forró pé de serra, grupos folclóricos e manifestações da cultura popular nordestina.
O espaço também oferecerá áreas dedicadas à gastronomia regional e serviços disponibilizados por instituições parceiras, ampliando a experiência dos visitantes durante o período do evento.
Com expectativa de grande público, o Salão do Artesanato Paraibano reforça seu papel na valorização da cultura local, na geração de renda para os artesãos e na promoção da identidade cultural do estado durante os festejos juninos.
