Paraíba cria quase 3,9 mil empregos formais em setembro, aponta Caged

Estado registra saldo positivo de 3.895 vagas com carteira assinada no mês e acumula 21.755 novos postos de trabalho entre janeiro e setembro de 2026.

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A Paraíba gerou 3.895 novos empregos com carteira assinada em setembro de 2026, mantendo uma sequência de resultados positivos no mercado de trabalho. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), vinculado ao Ministério do Trabalho e Emprego.

O resultado é consequência de 23.595 admissões e 19.700 desligamentos registrados no período. Todos os cinco grandes setores da economia paraibana apresentaram saldo positivo na geração de empregos.

O setor de serviços liderou o ranking, com 1.876 novas vagas. Na sequência aparecem o comércio, com 735 postos; a indústria, com 586; a construção, com 501; e a agropecuária, com 197 vagas.

Paraíba acumula mais de 21 mil empregos em 2026

Entre janeiro e setembro, o estado acumulou saldo positivo de 21.755 empregos formais, resultado de 214.447 admissões e 192.692 desligamentos.

Com o desempenho de setembro, a Paraíba chegou a 570.928 vínculos formais de trabalho ativos, registrando crescimento de 3,96% no estoque de empregos em relação ao início do ano.

O estoque representa o total de trabalhadores com carteira assinada em atividade nos cinco grandes setores da economia privada: serviços, comércio, indústria, agropecuária e construção civil. Os números não incluem os vínculos da administração pública.

Governo atribui resultado a investimentos e equilíbrio fiscal

O secretário de Estado da Fazenda, Marialvo Laureano, avaliou que o desempenho positivo do mercado de trabalho paraibano é resultado de um conjunto de fatores econômicos, fiscais e estruturais que vêm impulsionando a atividade econômica no estado.

Segundo ele, a geração consistente de empregos formais está relacionada à gestão equilibrada das contas públicas, à capacidade de investimento do governo estadual e à parceria com a iniciativa privada, mesmo diante de um cenário macroeconômico desafiador, marcado pelas taxas de juros.

O secretário destacou que o equilíbrio fiscal permite ao Estado realizar investimentos com recursos próprios em obras estruturantes, como rodovias, pontes, arcos, adutoras, equipamentos de saúde, educação e infraestrutura urbana.

Marialvo Laureano também ressaltou que a segurança jurídica e a previsibilidade contribuem para atrair empresas e investidores, enquanto os investimentos públicos estimulam setores como a construção civil e movimentam a economia.

De acordo com o secretário, a iniciativa privada continua sendo fundamental para a geração de empregos, a realização de investimentos e o fortalecimento do mercado de trabalho paraibano.

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