O candidato ao Senado João Azevêdo (PSB) defendeu a instalação do Instituto Militar de Engenharia (IME) na Paraíba para atuar em conjunto com o Centro Internacional de Computação Quântica e contribuir para o fortalecimento da segurança cibernética do país. A proposta foi apresentada durante entrevista ao programa TH+ Debate nesta sexta-feira (28).
Segundo João Azevêdo, a presença do IME no estado permitiria ampliar a atuação em áreas estratégicas de ciência, tecnologia e segurança. “Nós estamos trabalhando para que a gente possa trazer para a Paraíba o Instituto Militar de Engenharia, que teria condições de trabalhar junto com o Centro Internacional de Computação Quântica”, afirmou.
O candidato também declarou que pretende atuar no Senado Federal pela continuidade dos projetos de ciência e tecnologia iniciados durante sua gestão. Entre as iniciativas mencionadas estão o Centro Internacional de Computação Quântica e o Complexo Científico do Sertão.
Para João, os investimentos nessas áreas podem ampliar as oportunidades para estudantes, pesquisadores e profissionais paraibanos, além de contribuir para o desenvolvimento tecnológico do estado.
Na área da segurança pública, o candidato defendeu uma maior integração entre os sistemas de inteligência da União e dos estados. Entre as propostas apresentadas estão a criação de um fundo constitucional para financiar o setor, um Ministério da Segurança Pública e a atuação integrada das polícias Federal, Civil e Militar no combate às organizações criminosas.
“É preciso integrar todas as inteligências. A inteligência da Polícia Federal com as polícias de cada estado, Civil e Militar, para que a gente possa combater o crime, que não tem mais fronteiras”, declarou.
João Azevêdo avaliou que a falta de comunicação entre os sistemas estaduais dificulta o enfrentamento de problemas como facções criminosas, tráfico de drogas e circulação ilegal de armas.
O candidato também afirmou que pretende evitar a polarização política durante sua atuação em Brasília e concentrar o mandato na discussão de propostas consideradas relevantes para a população.
“Eu não quero ir para Brasília para participar de polarização nenhuma. Quero estar no Senado para discutir pautas que interessem à população e projetos de futuro para o país”, ressaltou.
