João Azevêdo defende reeleição de Lula e chama disputa de “eleição das nossas vidas”

Em encontro político em Campina Grande, senador eleito reuniu lideranças da Paraíba para reforçar a mobilização em apoio à candidatura de Lula no segundo turno.

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O senador eleito e presidente estadual do PSB, João Azevêdo, defendeu a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante um encontro político realizado nesta terça-feira (13), em Campina Grande. Na ocasião, ele classificou o segundo turno das eleições presidenciais como a “eleição das nossas vidas” e convocou lideranças para fortalecer a mobilização em apoio ao candidato na Paraíba.

O evento aconteceu no Garden Hotel e reuniu o governador reeleito Lucas Ribeiro (Progressistas), o presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, Adriano Galdino, a presidente estadual do PT e deputada estadual Cida Ramos, além de prefeitos de mais de 100 municípios, deputados federais e estaduais e vereadores.

Durante o encontro, João Azevêdo destacou a responsabilidade das lideranças políticas na disputa presidencial e defendeu a continuidade das parcerias entre o Governo Federal, os estados e os municípios.

“Nós saímos desse encontro com a missão de defender as bandeiras de Lula nas redes sociais e nas ruas. O nosso posicionamento é por Lula, é pelo povo”, declarou.

O senador eleito também fez críticas ao projeto político adversário e afirmou que a disputa envolve diferenças relacionadas à democracia, aos direitos sociais e à atuação do poder público.

“O que nós estamos discutindo é a diferença entre civilidade e barbárie; humanidade, gestão que cuida das pessoas e os que querem tirar direitos. Essa é a eleição das nossas vidas e precisamos ter a compreensão do momento político do país. Nós estamos do lado que defende a liberdade, a democracia, a Constituição e as instituições”, acrescentou.

João Azevêdo ainda destacou as políticas sociais implementadas durante o governo Lula e defendeu a manutenção das ações voltadas à população brasileira.

“O presidente reconstruiu esse país, tirou o Brasil do mapa da fome e nós não queremos o retrocesso”, pontuou.

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