Operação mira colombianos suspeitos de agiotagem em João Pessoa

Ação integrada cumpriu 13 mandados de busca e apreensão em cidades da Paraíba, Alagoas e São Paulo; investigação apura crimes como extorsão, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

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Foto: : Divulgação/Polícia Civil da Paraíba.
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Uma operação integrada da Polícia Civil cumpriu, nesta sexta-feira (6), mandados de busca e apreensão em João Pessoa contra colombianos investigados por suspeita de envolvimento em agiotagem, organização criminosa, extorsão, lavagem de dinheiro e usura. A ação também foi realizada em Alagoas e São Paulo.

De acordo com a Polícia Civil de Alagoas, foram cumpridos 13 mandados nas cidades de Maceió (AL), Campinas e Americana (SP), além da capital paraibana. As ordens judiciais foram expedidas pela 17ª Vara Criminal de Maceió. Os nomes e o número de investigados não foram divulgados.

Veículos e outros materiais foram apreendidos

Durante a operação, veículos ligados aos investigados foram apreendidos na Paraíba. Também foram recolhidos celulares, equipamentos eletrônicos, documentos, dinheiro em espécie e joias. A polícia não informou em quais cidades os demais materiais foram encontrados.

Investigação aponta empréstimos com juros abusivos e extorsão

As investigações apontam que o grupo concedia empréstimos com cobrança de juros abusivos e utilizava empresas e contas bancárias de terceiros para ocultar e movimentar os valores.

Relatórios de inteligência identificaram movimentações financeiras milionárias consideradas incompatíveis com o patrimônio dos investigados. A apuração também encontrou indícios de ameaças e extorsões contra pessoas que contraíam as dívidas.

Investigado é suspeito de homicídio na Paraíba

Um dos investigados também é apontado pela Polícia Civil como principal suspeito de um homicídio ocorrido na Paraíba. Segundo a corporação, o crime teria sido motivado pelo não pagamento de uma dívida.

A Polícia Civil não divulgou o nome da vítima, nem a data ou a cidade onde o homicídio aconteceu.

A operação contou com o apoio das Delegacias de Repressão ao Crime Organizado de Alagoas e da Paraíba, além do Grupo de Operações Especiais (GOE) de Campinas.

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