Na próxima terça-feira (11), Ivonete Pereira da Silva será julgada pelo 1º Tribunal do Júri da Comarca de Campina Grande, acusada de matar seu próprio filho, que tinha deficiência intelectual. O crime chocou os moradores da região de Campina Grande. Na época, o jovem de 21 anos, tinha síndrome de down e paralisia cerebral e sua mãe teria jogado a vítima em uma cisterna cheia d’água, mesmo sabendo que ele poderia morrer afogado.
A ré foi presa em flagrante. O fato ocorreu no dia 4 de setembro de 2016, por volta das 6h30, no Sítio Canta Galo, no Município de Massaranduba. O julgamento será presidido pelo juiz Fabrício Meira Macedo, que responde pelo 1º Tribunal do Júri de Campina Grande.
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Inicialmente, Ivonete foi denunciada por homicídio simples, mas a denúncia foi aditada após a instrução processual. Foram considerados critérios para qualificar o homicídio doloso, através da utilização de meios cruéis e levando em consideração que o crime foi cometido contra pessoa com deficiência.
“A decisão de pronúncia não encerra um juízo de culpabilidade, mas, tão somente, de admissibilidade da acusação vestibular, e como tal, atribui o exame da causa ao Conselho de Sentença”, explica parte da decisão de pronúncia, assinada pelo então juiz em substituição do 1º Tribunal do Júri de Campina Grande, Bartolomeu Correia de Lima Filho.
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