Xenofobia: Polícia Civil conclui inquérito que investiga Drica Barbosa

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A Polícia Civil da Paraíba concluiu o inquérito que investiga Drica Barbosa pelo crime de xenofobia. Um vídeo publicado nas redes sociais da noiva do zagueiro Léo Campos, do Botafogo-PB, viralizou no dia 25 de janeiro. A catarinense debochou da experiência de morar em João Pessoa ao dizer que acha o sotaque “fofo, mas chega uma hora que irrita”. Drica também reclamou da “mania” do paraibano de arrastar o chinelo.

De acordo com o delegado Marcelo Falcone, responsável pelo caso, Drica Barbosa foi autuada por racismo xenofóbico, por ter ridicularizado o sotaque dos paraibanos. O caso já foi enviado ao Ministério Público da Paraíba.

RELEMBRE O CASO

Em um vídeo, Adriana, que é conhecida como Drica, ridicularizou o sotaque e costumes. “Sabe aquela pessoa que fica na sua frente “oxe! Olha esse preço, quê que você acha, devo levar ou não devo”. Aí a pessoa arrasta o chinelo o tempo inteiro, o tempo todo era gente arrastando chinelo e eu encarando a pessoa. A pessoa vai sozinha no mercado, não tem com quem ir para debochar”.

Na delegacia, Drica alegou não houve intenção e falou por brincadeira. O vídeo, que é considerado uma prova, foi analisado pelo Instituto de Polícia Científica (IPC).

Após a repercussão, o jogador do Botafogo gravou um vídeo pedindo desculpas pela ofensa da esposa. “Foi uma brincadeira sem maldade nenhuma, só que, infelizmente, algumas palavras as pessoas estão entendendo errado. A cidade é maravilhosa, vocês são maravilhosos, na forma que receberam a gente, a minha família estão vindo para conhecer a cidade, cidade muito linda. Gostaria de pedir desculpas por ela, que a perdoasse também, ninguém tem maldade nenhuma e pedir para que vocês possam apoiar e não criticar”, disse Léo Campos.

Drica Barbosa também pediu desculpas e disse que “as vezes a gente brinca, comediantes brincam, mas peço desculpas, não tiro a razão de vocês.

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