O promotor de Justiça do Ministério Público da Paraíba (MPPB), Edmilson Campos Leite Filho, disse nesta quarta-feira (23), durante entrevista que não há a necessidade da reabertura das investigações do caso de Ana Sophia, que desapareceu no dia 04 de julho de 2023, no Distrito de Roma, em Bananeiras, no Brejo da Paraíba.
O pedido da reabertura do caso foi feito a pedido da família após apontar divergências dos elementos de prova e cobrar das autoridades os restos mortais da menina.
Para o promotor, não existe nenhum fato novo que autorize a retomada das investigações. Segundo Edmilson, apesar os fatos novos apresentados pela defesa já foram fatos investigados pelas autoridades.
“Não temos para que voltar ao caso, pois ele já foi esclarecido”, disse.
O Ministério Público da Paraíba (MPPB), confirmou na tarde desta sexta-feira (4), que o pai da menina Ana Sophia, que sumiu no distrito de Roma, em Bananeiras, no Brejo paraibano, pediu reabertura das investigações.
O MPPB informou também que vai analisar o caso e avaliar se há fatos relevantes no novo pedido que possam justificar a reabertura das investigações. O inquérito havia sido arquivado porque o único investigado, Tiago Fontes, morreu, o que impossibilita a punição, e também por falta de provas suficientes para dar início a uma ação penal.
De acordo com informações, o processo seguirá em sigilo até a conclusão da análise que será realizada, conforme o Ministério Público. Somente após essa avaliação é que a possibilidade de suspensão do segredo de Justiça será discutida. Caso o órgão emita um parecer favorável à reabertura do caso, caberá à Justiça decidir se o inquérito será ou não reaberto.
Segundo a Polícia Civil considera o inquérito encerrado. As investigações da corporação apontaram que Ana Sophia foi morta em um crime premeditado, com motivação sexual, mas o inquérito segue sob sigilo e o corpo da menina nunca foi encontrado. O único suspeito do caso está morto.
