O PROCON-JP esclareceu as recentes denúncias de cobranças abusivas feitas por aplicativos de transporte na capital paraibana, em meio à greve dos motoristas de ônibus. Em resposta às reclamações, o órgão solicitou às empresas Uber e 99 informações detalhadas sobre como são calculadas as tarifas e como funcionam os algoritmos utilizados nas plataformas.
O órgão informou que não houve qualquer determinação ou imposição por parte do PROCON-JP para limitar os valores das tarifas cobradas pelos aplicativos. Segundo o comunicado, caso tenha ocorrido alguma limitação nos preços, trata-se de uma decisão exclusiva das empresas, que podem estar considerando o impacto da greve para os usuários.
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O PROCON-JP reforçou seu compromisso em garantir a transparência na aplicação das chamadas “tarifas dinâmicas” e assegurar que os direitos dos consumidores sejam respeitados. O Poder Executivo municipal seguirá acompanhando de perto o tema, ressaltando sua responsabilidade na proteção da população.
Além disso, o órgão repudiou informações falsas que circulam sobre supostas restrições impostas pelo PROCON-JP e destacou a tentativa de desinformação por parte de pessoas que buscam tirar proveito da situação, seja financeiramente ou politicamente.
Por fim, o PROCON-JP esclareceu que o pedido de informações às empresas tem como objetivo principal promover a transparência, beneficiando tanto os passageiros quanto os motoristas dos aplicativos.
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