O Ministério Público da Paraíba (MPPB) apresentou um parecer contrário à concessão de habeas corpus solicitado pela defesa do cantor João Lima, que está preso desde 26 de janeiro sob acusação de violência doméstica contra a ex-esposa, a médica Raphaella Brilhante.
O documento, assinado pelo procurador Luciano de Almeida Maracajá, aponta que a prisão preventiva está devidamente fundamentada, com indícios de materialidade e autoria, além de risco concreto à integridade da vítima, considerando relatos de agressões físicas e psicológicas repetidas, ameaças graves e escalada de violência em curto espaço de tempo, inclusive após a vítima ter deixado o lar.
Segundo o MPPB, as medidas cautelares alternativas à prisão não seriam suficientes para garantir a proteção da vítima, o que justifica a manutenção da custódia preventiva do artista.
O pedido de habeas corpus segue sob análise da Justiça, que avaliará se acata ou não o parecer do Ministério Público antes de decidir sobre a liberdade do cantor.
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