METANOL: Saiba como é feita a análise de bebidas adulteradas

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A Polícia Científica de São Paulo realiza uma sequência de análises em bebidas suspeitas de adulteração, verificando rótulos, lacres e realizando exames químicos para identificar substâncias como o metanol.

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A criação de um gabinete de crise intensificou as ações contra a falsificação de bebidas, envolvendo Polícia Civil, Secretaria da Fazenda, Procon-SP e vigilâncias sanitárias. Na última semana, 10 estabelecimentos foram interditados de forma parcial ou total.

As amostras apreendidas são enviadas ao Instituto de Criminalística, onde passam pelo Núcleo de Documentoscopia, que verifica adulterações em embalagens e lacres, e depois ao Núcleo de Química, que realiza a análise laboratorial do líquido, comparando com padrões originais fornecidos pelos fabricantes.

O laudo técnico da polícia científica é o documento que confirma a falsificação e quantifica a concentração de metanol, garantindo materialidade jurídica e auxiliando na responsabilização dos envolvidos. O processo funciona sete dias por semana para agilizar os resultados.

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