O Brasil deu um importante passo em direção à sustentabilidade com a sanção da Lei do Combustível do Futuro pelo presidente Lula, durante cerimônia nesta terça-feira (8). O programa, considerado o maior do mundo para descarbonização no setor de transportes, deve atrair investimentos de R$ 260 bilhões e evitar a emissão de 705 milhões de toneladas de CO2 até 2037.
A iniciativa, liderada pelo Ministério de Minas e Energia, tem como objetivo promover o desenvolvimento de novas indústrias verdes no Brasil, incentivando o uso de combustíveis renováveis, como o diesel verde e o biometano, além do Combustível Sustentável de Aviação (SAF).
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Lula destacou que o Brasil tem potencial para ser líder global na transição energética, aproveitando suas riquezas naturais, como energia solar, eólica e hidrogênio verde.
Empresas como Raízen e Inpasa já anunciaram grandes investimentos no setor de biocombustíveis, impulsionando a economia verde e a criação de empregos. A feira “Liderança Verde Brasil Expo”, onde ocorreu a sanção, mostrou o compromisso das indústrias brasileiras com soluções sustentáveis, apresentando veículos movidos a biocombustíveis e tecnologias de descarbonização que prometem transformar o setor de transportes.
Com a nova lei, o Brasil reafirma sua posição como líder na transição para uma economia de baixo carbono, associando desenvolvimento econômico com responsabilidade ambiental.
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