Suspeito de ataque que deixou dois mortos no Rangel é preso durante Operação Caixinha em João Pessoa

Polícia Civil prendeu investigado apontado como participante do atentado; operação combate organização suspeita de envolvimento com homicídios e facções

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Reprodução
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Um dos suspeitos de participar do ataque a tiros que deixou duas pessoas mortas e outras duas feridas no bairro do Rangel, em João Pessoa, foi preso na manhã desta terça-feira (16) durante uma operação da Polícia Civil da Paraíba.

A prisão aconteceu durante o cumprimento de mandados da Operação Caixinha, deflagrada pelas forças de segurança na capital paraibana.

Segundo a Polícia Civil, o investigado foi localizado na comunidade Paulo Afonso, uma das áreas incluídas na ação policial.

Suspeito é apontado como envolvido em atentado no Rangel

De acordo com os investigadores, o homem preso é apontado como um dos envolvidos no ataque registrado no bairro do Rangel, que terminou com duas mortes e deixou outras duas pessoas feridas.

A Polícia Civil informou que detalhes sobre a participação do suspeito no crime e as circunstâncias da prisão serão apresentados durante entrevista coletiva pelas autoridades responsáveis pelo caso.

As investigações continuam para identificar outros envolvidos e esclarecer a dinâmica do ataque.

Operação Caixinha combate organização criminosa em João Pessoa

A Operação Caixinha é coordenada pela Delegacia de Crimes Contra a Pessoa da Capital (DCCPES) e pela Unidade de Inteligência Policial (Unintelpol), com apoio do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba.

Segundo a polícia, a operação tem como objetivo combater uma organização criminosa investigada por homicídios e pela arrecadação de recursos usados para compra e manutenção de armas de fogo.

As investigações apontam que os recursos seriam destinados a disputas entre grupos criminosos pelo controle de territórios em João Pessoa.

Investigações seguem em andamento

A Polícia Civil informou que novas diligências devem ser realizadas para localizar outros suspeitos e reunir elementos que ajudem a esclarecer o crime.

O ataque no Rangel está sendo investigado pelas equipes especializadas em crimes contra a pessoa e inteligência policial.

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