Com o avanço do número de investidores no país, o assessor de investimentos passou a ter função estratégica na orientação financeira da população. Mais do que indicar produtos, o profissional atua no planejamento de longo prazo e na formação de uma cultura de investimento consciente.
Segundo a Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários, Câmbio e Mercadorias, o Brasil ultrapassou a marca de 27 mil assessores credenciados em 2025, crescimento superior a 6% em relação ao ano anterior. Apenas neste ano, mais de 1,1 mil novos profissionais entraram no mercado, que já está presente em todos os estados.
Para atuar como assessor autônomo é necessária a certificação da Ancord. Já os profissionais vinculados a instituições financeiras precisam de habilitações como CPA-20 ou CEA, reguladas pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais.
Na prática, o assessor ajuda o investidor a entender riscos, diversificar a carteira e manter disciplina nos aportes, traduzindo termos técnicos em linguagem acessível. Em empresas como a XP, o acompanhamento é contínuo e alinhado aos objetivos de vida do cliente.
A expansão da profissão acompanha o crescimento do mercado financeiro e reforça a importância da orientação qualificada para decisões mais seguras e planejadas sobre o uso do dinheiro.
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