O furto de energia elétrica, conhecido como perdas não técnicas, custou R$ 10,3 bilhões ao Brasil em 2024, segundo relatório da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
O chamado “gato” ocorre principalmente em residências, pequenos comércios, escritórios e indústrias de baixa tensão. Além do impacto financeiro, gera consumo sem controle, sobrecarrega o sistema e prejudica a qualidade do serviço.
Em 2024, interrupções por furto de energia somaram 88.870, com duração média de 8,64 horas, e resultaram em 45 mortes e 69 feridos, segundo a Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee).
O presidente da Abradee, Marcos Madureira, alerta que ligações clandestinas colocam vidas em risco e elevam as tarifas para consumidores regulares. A associação realiza campanhas de prevenção e utiliza tecnologia e inteligência artificial para coibir os furtos.
