A Agevisa da Paraíba orientou médicos e codificadores sobre como registrar, nos atestados de óbito, mortes causadas por cigarro eletrônico, chamadas de Evali. As instruções estão na Nota Técnica Conjunta nº 233/2025, do Inca, Anvisa e outros órgãos do Ministério da Saúde.
A doença Evali causa sintomas respiratórios, gastrointestinais e outros sinais como febre e perda de peso. Para o diagnóstico, é necessário que a pessoa tenha usado cigarro eletrônico nos 90 dias anteriores. Os produtos contêm nicotina e outras substâncias tóxicas, causando dependência e danos à saúde.
Para monitorar os casos, a Evali recebeu o código U07.0 na CID-10. Nos atestados de óbito, deve-se registrar também o código F17.2, referente a transtornos causados pelo uso de fumo. Isso ajuda no acompanhamento das mortes e na criação de políticas de prevenção.
A Agevisa reforça que médicos e codificadores têm papel importante. Preencher corretamente a Declaração de Óbito e usar os códigos certos permite monitorar melhor os efeitos dos cigarros eletrônicos e proteger a saúde da população.
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