O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) divulgou nesta segunda-feira (7) a nova edição da “Lista Suja”, que inclui empregadores envolvidos em trabalho análogo à escravidão. Desta vez, 176 empregadores foram adicionados ao cadastro, com 20 deles atuando no âmbito doméstico.
Entre os setores com maior incidência estão a produção de carvão vegetal, com 22 empregadores, a criação de bovinos (17), a extração de minerais (14), além do cultivo de café e a construção civil, com 11 empregadores cada.
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A atualização também removeu 85 empregadores que cumpriram o período de dois anos na lista. Segundo André Roston, coordenador-geral de Fiscalização do MTE, a medida reforça o compromisso do governo com a transparência e o combate às violações de direitos humanos.
O cadastro é publicado semestralmente e serve para dar visibilidade aos resultados das fiscalizações, assegurando o direito de defesa aos acusados durante o processo administrativo. As ações são conduzidas por auditores fiscais do MTE, com o apoio de várias instituições, como o Ministério Público e a Polícia Federal.
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